Responsabilidade civil: o mínimo obrigatório
Em Portugal, todos os veículos são obrigados a ter, no mínimo, seguro de responsabilidade civil. Esta cobertura paga os danos que o seu veículo cause a terceiros — pessoas, outros carros ou bens — mas não cobre os danos no seu próprio veículo.
É a base de qualquer apólice. A questão é decidir o que faz sentido acrescentar a partir daqui.
Danos próprios: vale sempre a pena?
A cobertura de danos próprios paga os estragos no seu veículo, mesmo quando a culpa é sua. Faz mais sentido em carros novos ou de valor elevado. À medida que o veículo perde valor, o custo do seguro pode deixar de compensar.
Uma boa prática é rever esta decisão de tempos a tempos, em vez de manter danos próprios por inércia num carro já com muitos anos.
A franquia: o que é e como afeta o preço
A franquia é o valor que fica a seu cargo em caso de sinistro com danos próprios. Quanto maior a franquia que aceita, mais baixo tende a ser o prémio — e vice-versa.
O equilíbrio certo depende do seu orçamento e de quanto conseguiria suportar do seu bolso num imprevisto.
Coberturas que fazem a diferença
- Assistência em viagem — reboque e apoio em caso de avaria ou acidente.
- Quebra isolada de vidros — para-brisas e vidros laterais.
- Veículo de substituição — para não ficar sem mobilidade.
- Proteção do condutor — apoio em caso de lesões suas.
- Roubo e furto — importante consoante a zona e o tipo de veículo.
O papel de uma mediadora independente
Como mediadora independente, não representamos uma seguradora específica. Comparamos as condições de 16+ seguradoras e recomendamos a apólice que melhor equilibra cobertura e preço para o seu caso — e tratamos da mudança sem que perca o bónus a que tem direito.
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